Pela primeira vez, o Festival de Cinema de Gramado realizou o seu evento de lançamento da 50ª edição no Rio de Janeiro, na noite desta terça-feira (12), no Hotel Prodigy Santos Dumont, no Aterro do Flamengo.
Faltando um mês para o início da celebração, foram anunciados os longas-metragens documentais selecionados e os homenageados, que receberão os troféus Oscarito e Kikito de Cristal.
O encontro reuniu a organização, curadoria, realizadores, homenageados, atores convidados e imprensa no local.
O ator Marcos Palmeira foi o escolhido para receber o troféu Oscarito deste ano, e estava acompanhado da esposa Gabi Gastal. Também estavam presentes Tarcísio Filho, Dira Paes, além dos cineastas Cacá Diegues e Zelito Viana.
Marcos Palmeira discursou ao ser anunciado como vencedor do Oscarito deste ano e falou sobre a carreira e como o Festival de Cinema de Gramado impulsionou sua carreira, já que ele já recebeu duas vezes o Kikito de Ouro (de Melhor Ator Coadjuvante por Dedé Mamata, de 1988, e Melhor Ator por Barrela: Escola de Crimes, de 1990.)
“As pessoas me viam na tela, tinha uma comemoração, um frescor, e a partir daquele prêmio [de 1988] a Tônia Carrero me falou assim: ‘uma coisa é o sucesso e outra coisa é a carreira. Fica ligado’. E realmente foi um toque muito importante, porque a partir dali acho que tive a opção certa de ser ator. Gramado me impulsionou. A partir dali as pessoas passaram a ter um olhar pra mim como ator”, lembrou ele, que não pôde estar na cerimônia de 1990 justamente por estar gravando a primeira versão de Pantanal.
Teve outra situação: depois eu recebi um prêmio pelo filme Barrela e não pude receber, porque eu estava gravando a novela Pantanal e não tinha estrutura nenhuma pra sair do Pantanal pra receber. Meu querido falecido Cláudio Mamberti recebeu por mim. Hoje estou fazendo Pantanal também, sendo homenageado por Gramado, mas desta vez vou lá, estarei presente. São ciclos, né? Acho que estou fechando e abrindo tempo inteiro, como todos nós, novos ciclos”, completou.













